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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Fique atento ao presente do "Dia das Crianças"


Você conhece os jogos eletrônicos com que o seu filho brinca? Sabe se os filmes a que ele assiste são adequados à faixa etária? O Dia das Crianças está chegando e muitas mães ainda têm dúvidas na hora de comprar presentes.

No caso de jogos eletrônicos e filmes, que estão na lista dos preferidos, o Ministério da Justiça classifica os conteúdos e assim auxilia adultos a tomarem a decisão entre as diversas opções para os pequenos.

A Classificação Indicativa foi o instrumento criado para proteger crianças e adolescentes de conteúdos que envolvam violência, sexo e drogas e as faixas vão de livre, em que o conteúdo não expõe a criança a conteúdos potencialmente prejudiciais, até 18 anos, que pode conter conteúdo extremamente violento, cenas de sexo e tortura.

Os principais jogos eletrônicos do mercado, com propaganda de maior poder de persuasão, têm adultos como público-alvo. O resultado disso são jogos de temática complexa e adulta, com violência, sexo e drogas e que não são recomendados a jogadores mais jovens.

Na avaliação do secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, é um direito saber que tipo de conteúdo está sendo oferecido e uma obrigação do vendedor prestar essa informação e impedir que menores comprem jogos de classificação alta inadequada a sua faixa etária, sem a permissão dos pais.

* Pirataria: outra dica importante é observar se o brinquedo é original e se tem o selo de segurança do Inmetro, para garantir a segurança das crianças. Produtos piratas podem conter substâncias tóxicas ou pequenas peças que podem ser engolidas por crianças menores. Outros produtos como tênis e óculos escuros, por exemplo, podem causar danos à saúde.

“Quem não compra um produto original pode estar colocando em risco a saúde da própria família. Quem compra o brinquedo original tem a possibilidade de troca na apresentação de um defeito e, além disso, o consumidor contribui com o combate à pirataria e contrabando dos produtos que entram no país de forma ilegal”, ressalta o secretário Paulo Abrão, que também preside do Conselho Nacional de Combate à Pirataria.


Fonte:Ministério da Justiça
(61) 2025-3315 /3135
joao.amurim@mj.gov.br
www.mj.gov.br

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

É possível educar sem palmadas?

Além da criação da "Lei do Tapinha", que estabelece o direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a nenhuma forma de punição corporal, o governo brasileiro deveria também investir em ações que esclarecessem aos pais o porquê da criação da lei, quais os prejuízos para a criança que leva a "palmada" e, acima de tudo, as alternativas às atitudes agressivas dos pais.
Parece utópico?
Pode ser, mas o LÁ EM CASA está fazendo a sua parte, e amanhã 6/8 você poderá conversar ao vivo e tirar todas as suas dúvidas com a doutora em psicologia pela Universidade de São Paulo e autora do livro É possível educar sem palmadas?, Luciana Maria Caetano, que vai falar sobre AUTORIDADE,
REGRAS e LIMITES,
OBEDIÊNCIA e DESOBEDIÊNCIA,
AMEAÇAS,
BARGANHAS,
RAIVA,
PACIÊNCIA,
EXEMPLOS,
CASTIGOS e
O PODER DO DIÁLOGO ENTRE PAIS E FILHOS.

É possível educar sem palmadas? é um livro altamente recomendável e esclarecedor para pais e cuidadores.

No segundo bloco saiba dicas de lanches saudáveis para seu filho levar na escola e ainda o que ele deve e não deve comer em cada idade, com a nutricionista Melissa Lippe, da Renutrir Nutrição Materno Infantil.

Quer saber mais? Então assista ao programa LÁ EM CASA de amanhã, que começa às 16h no ww.alltv.com.br, e participe através do chat!

Vejo vocês lá!


Lá em Casa - o programa que discute os dilemas da maternidade no século XXI
Produção e apresentação: Vanessa Caubianco
Exibição: toda terça-feira, ao vivo, das 16h às 17h
Realização: AllTV