terça-feira, 1 de novembro de 2011

Gravidez X disposição para o trabalho e Chá de Bonecas

O programa Lá em Casa de hoje vai falar sobre um dos temas mais discutidos no universo materno-profissional hoje em dia, que é a disposição da mulher durante a gravidez. A palestrante Valeria Labat vai tirar as dúvidas mais comuns entre as grávidas dos escritórios brasileiros.
No segundo bloco, vamos saber como preparar um “Chá de Bonecas” digno de princesa para a sua filha e muitas outras novidades que a pedagoga Kelly Holanda inventa para estreitar vínculos entre pais e filhos através de atividades prazerosas e inusitadas.
Mande suas perguntas e participe do programa ao vivo através do chat. O Lá em Casa começa hoje excepcionalmente às 15h e para assistir acesse www.alltv.com.br.

Lá em Casa – inspirando pais a criarem filhos que façam a diferença no futuro
Produção e apresentação: Vanessa Caubianco
Exibição: toda terça-feira, das 16h às 17h
Realização: AllTV
www.alltv.com.br

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Inseminação e numerologia infantil


No programa Lá em Casa de hoje, o jornalista e diretor de Treinamento e Comunicação Interna do Grupo Abril, Hamilton dos Santos, conversa com os internautas sobre seu recém-lançado livro Enfim, grávidos, e relata como ele e a sua esposa Magie conseguiram engravidar após 21 anos de casamento, seis inseminações artificiais e três fertilizações in vitro.
No segundo bloco, o Lá em Casa recebe a engenheira civil, professora de matemática e numeróloga, Suely de Souza, que garante que a numerologia infantil pode ajudar a entender melhor a personalidade de cada criança, otimizando o relacionamento com pais e professores e a educação.

Mande suas perguntas e participe do programa através do chat.
O Lá em Casa é ao vivo e começa às 16h na AllTV. Para assistir, acesse www.alltv.com.br

Lá em Casa - ajundando os pais a criarem filhos que façam a diferença no futuro!
Produção e apresentação: Vanessa Caubianco
Exibição: toda terça-feira, ao vivo, das 16h às 17h
Realização: AllTV

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Crianças Especiais

No programa Lá em Casa de hoje, a empresária Lu Santoro vai falar sobre seu mais novo projeto, o Mais Feliz, que visa contribuir para o desenvolvimento social de crianças especiais.
Não percam, o Lá em Casa começa às 16h no www.alltv.com.br.
Espero vocês lá!

Lá em Casa - os dilemas da maternidade no século XXI
Produção e Apresentação: Vanessa Caubianco
Exibição: terças-feiras, ao vivo, das 16h às 17h, com reapresentação ON DEMAND no site www.alltv.com.br
Realização: Alltv

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dia das Crianças: o que o mundo tem para comemorar?


Com tanto desenvolvimento tecnológico, tanta informação e tanto dinheiro, ainda hoje, em pleno século XXI, o mundo vê suas crianças sendo maltratadas, violentadas e até escravizadas.

No programa Lá em Casa especial DIA DAS CRIANÇAS, exibido pela AllTV, a jornalista Vanessa Caubianco receberá a visita do Reverendo Aldo Quintão, Deão da Catedral Anglicana de São Paulo e fundador do Instituto Anglicano, responsável pela manutenção de 4 creches na periferia da cidade que atendem mais de 635 crianças carentes – sendo uma delas a Creche Anglicana Renata Eugênia Rodrigues (Morumbi/Paraisópolis) a maior creche da Cidade de São Paulo com 4000m² construídos e 380 crianças.

Como ajudar as crianças do nosso mundo hoje? Qual o papel dos pais na criação dos filhos? É possível vivermos num mundo melhor? Venha debater ao vivo essas e outras questões no programa Lá em Casa do dia 11/10, que começa às 16h no www.alltv.com.br

Informações do relatório ‘Save Children’:

- 1.2 milhão de crianças e bebês são traficados, na Europa, nas Américas e no Caribe.

- cerca de 1.8 milhão de crianças são obrigadas a entrar no negócio da prostituição, da pornografia e do turismo sexual – no Reino Unido, existem 5 mil crianças na prostituição.

- milhões de crianças são coagidas a trabalhar arduamente, suportando condições desumanas e insalubres – na Índia, estima-se que mais de 15 milhões de crianças sejam sujeitas a atividades nocivas e ilegais para saldar débitos contraídos pela família.

- mais de 132 milhões de crianças com menos de 15 anos trabalham na agricultura, expostas a pesticidas e instrumentos potencialmente perigosos – no Cazaquistão, as crianças trabalham em fábricas de tabaco e algodão mais de 12 horas por dia, sete dias por semana.

- mais de 300 mil crianças, de ambos os sexos e com menos de 15 anos, são transformados em arsenal de guerra – na Republica Democrática do Congo, cerca de 11 mil crianças são forçadas a integrar os grupos armados.

- milhões de crianças NO MUNDO são forçadas a trabalhar mais de 15 horas por dia.

Além de tudo isso, muitas destas crianças são violentadas e subnutridas. No Quénia, há 200 mil crianças nestas condições, no Paquistão esse número sobre para 264 mil. O Brasil contabiliza alarmantes 550 mil crianças vivendo nessas condições.

Nesse Dia das Crianças, pense nisso, reze por essas crianças e ajude quem está mais perto de você.
É somente assim que poderemos começar a tentar mudar alguma coisa!
Fonte: http://www.humantrafficking.org/

Lá em Casa, e os desafios da maternidade no século XXI
Produção e Apresentação: Vanessa Caubianco
Exibição: toda terça-feira, ao vivo, das 16h às 17h, no www.alltv.com.br
Realização: AllTV

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Fique atento ao presente do "Dia das Crianças"


Você conhece os jogos eletrônicos com que o seu filho brinca? Sabe se os filmes a que ele assiste são adequados à faixa etária? O Dia das Crianças está chegando e muitas mães ainda têm dúvidas na hora de comprar presentes.

No caso de jogos eletrônicos e filmes, que estão na lista dos preferidos, o Ministério da Justiça classifica os conteúdos e assim auxilia adultos a tomarem a decisão entre as diversas opções para os pequenos.

A Classificação Indicativa foi o instrumento criado para proteger crianças e adolescentes de conteúdos que envolvam violência, sexo e drogas e as faixas vão de livre, em que o conteúdo não expõe a criança a conteúdos potencialmente prejudiciais, até 18 anos, que pode conter conteúdo extremamente violento, cenas de sexo e tortura.

Os principais jogos eletrônicos do mercado, com propaganda de maior poder de persuasão, têm adultos como público-alvo. O resultado disso são jogos de temática complexa e adulta, com violência, sexo e drogas e que não são recomendados a jogadores mais jovens.

Na avaliação do secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, é um direito saber que tipo de conteúdo está sendo oferecido e uma obrigação do vendedor prestar essa informação e impedir que menores comprem jogos de classificação alta inadequada a sua faixa etária, sem a permissão dos pais.

* Pirataria: outra dica importante é observar se o brinquedo é original e se tem o selo de segurança do Inmetro, para garantir a segurança das crianças. Produtos piratas podem conter substâncias tóxicas ou pequenas peças que podem ser engolidas por crianças menores. Outros produtos como tênis e óculos escuros, por exemplo, podem causar danos à saúde.

“Quem não compra um produto original pode estar colocando em risco a saúde da própria família. Quem compra o brinquedo original tem a possibilidade de troca na apresentação de um defeito e, além disso, o consumidor contribui com o combate à pirataria e contrabando dos produtos que entram no país de forma ilegal”, ressalta o secretário Paulo Abrão, que também preside do Conselho Nacional de Combate à Pirataria.


Fonte:Ministério da Justiça
(61) 2025-3315 /3135
joao.amurim@mj.gov.br
www.mj.gov.br

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A importância de contar histórias para os nossos filhos

A narrativa como memória familiar
Por José Ruy Lozano


A palavra “narrativa” é bastante conhecida. As pessoas de mais idade cresceram ouvindo seus pais e avós contando histó­rias e aprenderam a produzir narrativas na escola, principalmente nas séries ini­ciais. O universo dessa narrativa, no entanto, é pejorativamente associado às fábulas e aos contos maravilhosos, ligado necessariamente ao mundo da in­fância. No mundo dos adultos, informa-se, diz-se, descreve-se, opina-se, twitta-se, fofoca-se, mas muito pouco se narra. Na sociedade contemporânea em particular, o espaço da narrativa no meio familiar en­contra-se cada vez mais reduzido, sitiado pelo distanciamento e pelas novas mídias.

Para esclarecer a importância social de “contar histórias”e seu eventual desapare­cimento no mundo moderno, vamos tentar estabelecer um contraste entre passado e presente, a fim de descobrir a origem e os desdobramentos de muitos dos processos cuja trajetória vivenciamos hoje.

No mundo da tradição, anterior ao mundo moderno, a narrativa associava-se à experiência. O saber feito da experiên­cia do passado e da vivência do mundo se tornava fonte de histórias, passadas oralmente de geração em geração, ou, nos meios letrados, por meio da escrita. O discurso do narrador continha intenções educativas: os enredos guardavam ensina­mentos, justificavam provérbios ou susten­tavam conselhos.

O aconselhamento tradicional­mente se configurava como necessidade social: tratava-se da transmissão do saber adquirido pelos mais idosos e experientes ou por aqueles que retornavam ao lar, que vieram de longe e carregavam conheci­mentos inéditos. Ou mesmo pelos que ja­mais deixaram sua terra e sua gente, mas as conheciam como ninguém.

O narrador mostrava-se, assim, como portador de uma sabedoria especial. Mais que responder diretamente às perguntas, sugeria, por meio de suas histórias, pos­sibilidades de respostas construídas pelo conjunto de sua vida e do passado da co­munidade. À sua experiência mesclava a vivência dos outros, incluindo também em seus enredos o que ouviu ou leu.

Portanto, o aconselhamento elabo­rado internamente, na substância viva da vida, tinha o nome respeitável de sabedo­ria. Se a arte de contar histórias hoje está acabando, talvez a sabedoria esteja em processo de extinção. O mundo moderno preza “notícias”e não “narrativas”. Vivemos em um mundo em que a rapidez dominou nossa rotina, transformando o bate-papo e a troca de experiências sem utilidade objetiva em algo raro ou episódico.

Dessa forma, estamos cada vez mais privados de uma possibilidade que parecia estável e imprescindível: a possi­bilidade de trocar experiências. Adquiri­mos intensamente informações úteis a curto prazo e deixamos de lado o conhecimento experimentado ao longo do tempo. Nesse quadro, há pouco espaço para o encanta­mento. Todos os dias chega pelo noticiário uma enorme multiplicidade de fatos já acompanhados de explicações especiali­zadas.

Mas o encanto e a arte da narrativa estão em não haver explicações prévias. Eventos extraordinários podem ser narra­dos com grande exatidão, mas o contexto psicológico do enredo não é necessaria­mente explicitado ao leitor. A interpreta­ção é livre, e isso faz com que qualquer narrativa atinja sentidos que não existem na mera informação.

Os efeitos dessa configuração social que sufoca a narrativa são nefastos. O pri­meiro deles é a crise da atenção. Se nada é permanente, muito pouco deve ser regis­trado. Informações instantâneas têm dura­ção curta: o interesse por elas é passageiro ou conjuntural. Outro efeito é a diminuição da imaginação. Ela, paulatinamente, tem desaparecido das redações escolares, por exemplo. Quando um professor solicita uma narrativa, esta vem muitas vezes recheada de elementos da realidade mais cruel ou dura possível; o espaço do possível ou do imaginário é drasticamente reduzido, e a consequência disso é, cada vez mais, um enorme conformismo com a realidade que está posta. Não há outro mundo possível, só este, do presente, do agora, objetivo e &ld quo;real”.

Se a informação simplesmente re­produz a realidade, a narrativa pode ter o condão de transformá-la, por meio da imaginação de um mundo diferente, inusitado. Sem a imagi­nação, estaremos condenados a repetir o cotidiano indefinidamente, sem vislum­brar saídas ou respostas que transcendam a realidade impositiva.

E o desaparecimento da arte de con­tar histórias na família? Qual o papel da me­mória, do passado, dos mais velhos, na educação dos mais jovens? Devemos res­saltar que uma das funções da narrativa é produzir a lembrança, perpetuar o que foi, imprimir alguma marca duradoura no mundo. A simples existência não garante a preservação do que fomos ou pelo que passamos. A memória familiar só terá es­paço no futuro das crianças pelo cultivo das histórias dos mais velhos, dos antepas­sados, representativos do sentido da pre­sença e da inserção dos membros da família no mundo.

Além disso, o cultivo da narrativa em família engrandece de sentido o que vivemos, pois os fatos eventualmente nar­rados vêm atravessados pela experiência de quem os conta, o que os enriquece e os torna mais densos de significado. A narra­tiva conserva suas forças por muito tempo, permanecendo na lembrança muito além do dia em que foi produzida. Se quere­mos ensinar algo, o exemplo e a narrativa, portadora de saberes e plena de vivência coletiva –– de cultura, portanto ––, são os grandes veículos com os quais podemos contar.


José Ruy Lozano é professor do Ético Sistema de Ensino (www.sejaetico.com.br), da Editora Saraiva, e licenciado em ciências sociais e letras pela Universidade de São Paulo (USP) e estará no programa LÁ EM CASA de amanhã, 27/9/2011, falando sobre o tema.

Para assistir acesse www.alltv.com.br

Lá em Casa - o programa que discute os dilemas da maternidade no século XXI
Apresentação: Vanessa Caubianco
Exibição: terça-feira, das 16h às 17h, ao vivo
Realização: AllTV

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Antibullying

Agressão, medo, assédio, terror, discriminação, dominação, ofenças...são muitos os adjetivos associados ao bullying e, infelizmente, nenhum deles é bom.
Num projeto destinado a informar alunos e professores, o filósofo e jornalista Silvio Costta escreveu o livro Antibullying - uma estratégia para aprender e prevenir.
Quem são os alvos, como evitar, o que a escola pode fazer, como os pais devem agir, os prejuízos para a vítima e outras questões serão respondidas ao vivo por Silvio no programa LÁ EM CASA da próxima terça-feira (13/9).
Você quer saber mais sobre o assunto? Então participe do chat. Acesse www.alltv.com.br, cadastre-se e pronto!

LÁ EM CASA - o programa que discute os dilemas da maternidade no século XXI
Produção e apresentação: Vanessa Caubianco
Exibição: toda terça-feira, às 16h
Realização: AllTV - a TV da internet